O amarelo otonal das árvores e da vegetação periférica ocupa grande parte da tela, com a amplitude o amarelo se multiplica no espelho das águas do rio. Mas o artista não se olvida do céu, e reserva o canto direito da tela para com o seu azul fazer entrar com abundância a luz que ilumina toda a bela paisagem. Parabéns. Lindos trabalhos.
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