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Nicéas Romeo Zanchett Romeo

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Nicéas Romeo Zanchett Romeo

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A ARTE E A MORTE

8 de junio de 20171 comentarios1.004 lecturas
                   A ARTE E A MORTE
Em toda a história da humanidade a arte sempre foi utilizada para registrar a morte.
Nas imagens do inferno a arte é utilizada para mostrar o terror, capaz de aprisionar o coração e a mente do povo.
A dois mil e quinhentos anos o povo Etrusco - Itália - utilizava a arte para transmitir mensagens reconfortantes de uma vida eterna. A morte era a prazerosa esperança de uma nova vida. Os túmulos encontrados nas escavações mostram imagens reconfortantes de uma vida eterna. Mostram tambem, contraditoriamente, imagens de demônios com personagens estranhas apoderando-se dos corpos, provavelmente de malfeitores.
No egito, os túmulos dos Faraós são um exemplo muito conhecido do uso da arte na vida e na morte.
O que é importante observar é que a arte sempre foi utilizada para dominar a mente. Os nazistas usavam um crânio e dois ossos cruzados; Os Astecas construiam pirâmides mostrando as várias camadas sociais com esculturas de crânios que registram a história de sacrifícios humanos.
Jesus Cristo pregado na cruz é o símbolo mais poderoso e mais intenso que mostra o horror da morte e ao mesmo tempo a esperança na salvação e vida eterna. Duas formas opostas: dor, sofrimento e a confortante subida aos céus.  As obras de El Greco e Botticelli estão repletas de imagens que mostram estas contradições de maneira genial.
A igreja Cristã sempre soube utilizar bem a arte para dominar a mente humana. Outras igrejas que a imitam ou a seguem tambem utilizam a arte para pregar suas crenças.

Nicéas Romeo Zanchett - Artista plástico.
Autor do Livro: Amor e Sexo Sem preconceitos pela Editora All Print de São paulo.

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Comentarios 1

Nicéas Romeo Zanchett Romeo
Por estas obras e pelo artigo, podemos ver que o talentoso artista é um grande pesquisador e tambem um crítico de arte muito hábil.
Jorge Fernando Mendes